domingo, 15 de março de 2009

Chama-se esperar sem desesperar...


É possível que no meu património genético exista o gene da espera, herdado das avós das avós das minhas avós, séculos a fio repletos de gerações de mulheres que viveram toda a sua vida à espera dos homens.

Não te conheço, nunca te vi, não sei onde moras, como te chamas nem se demorarás a aparecer, mas, eu espero!

Espero por ti, porque sei esperar, porque nos genes ou na sabedoria mais íntima e preciosa, existe uma voz, uma voz firme e preciosa que me impede do mal, para poder esperar por ti!

Se calhar sou doida e até sofro da mais grave de todas as patologias, aquela que nenhum investigador cientifico se lembrou de diagnosticar e investigar, aquela cujo sintoma não é o amor mas a falta que ele nos faz...
Como diz o ditado
quem espera sempre alcança!


E eu espero...mas não desespero!

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